E já bate as asas
Ferrari 512 TR
- rosso corsa
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Re: Ferrari 512 TR
Mais um trabalho fantástico, parabéns.
E já bate as asas
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Re: Ferrari 512 TR
Obrigado rosso corsa... é um Ferrari, "Red Bull"
João
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Rui Duarte
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Re: Ferrari 512 TR
mas o que e isto?! clips? nao ha nada de uma soluçao toda matematica com recurso a tecnologia da nasa? nem parece teu! e depois essa animaçao a bater as asas?? a tua sorte e que o trabalho e bom (como de costume) senao tavas lixado 

Re: Ferrari 512 TR
Óh Rui... tu sabes qual o tipo de aço de um clip? Pelos vistos não
. Claro que o clip foi dobrado de acordo com um template impresso em papel, mas não tenho fotos!
Qt à animação, eu sei que é um pouco "pirosa", mas "foi o diabo que me atentou" depois do comentário do Art... assim os Queen cantam... e o carro dança
Agora a serio, a opção pelos clips deveu-se a tentar não ocupar muito espaço nas laterais. Afinal as dobradiças são muito finas na realidade. Ainda pensei em um tirante em plástico que unia à porta e encaixava em dois pernos fixos à carroçaria, mas pensei que esta solução fosse mais robusta mas mais "discreta". Assim, posso tentar reproduzir de forma mais correcta o interior da cava da porta.
Esta solução tb é mais parecida com a utilizada em modelos da década de 40 e 50 servindo tb de teste para futuros modelos.
João
Qt à animação, eu sei que é um pouco "pirosa", mas "foi o diabo que me atentou" depois do comentário do Art... assim os Queen cantam... e o carro dança
Agora a serio, a opção pelos clips deveu-se a tentar não ocupar muito espaço nas laterais. Afinal as dobradiças são muito finas na realidade. Ainda pensei em um tirante em plástico que unia à porta e encaixava em dois pernos fixos à carroçaria, mas pensei que esta solução fosse mais robusta mas mais "discreta". Assim, posso tentar reproduzir de forma mais correcta o interior da cava da porta.
Esta solução tb é mais parecida com a utilizada em modelos da década de 40 e 50 servindo tb de teste para futuros modelos.
João
Re: Ferrari 512 TR
Ah, só agora é que vi a "animação". Não estava a perceber os comentários, pois o "bater de asa" passou-me ao lado.
Só não entendo a alusão à música dos Queen e da piroseira. Espero que não "ofendam" uma das composições mais fantásticas dos anos 70 (Bohemian Rhapsody). Se assim for, tem em mim um inimigo, João
Art
Só não entendo a alusão à música dos Queen e da piroseira. Espero que não "ofendam" uma das composições mais fantásticas dos anos 70 (Bohemian Rhapsody). Se assim for, tem em mim um inimigo, João
Art
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Rui Duarte
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Re: Ferrari 512 TR
aço? um clip em aço? sao de ferro meu amigo. eheh foi so para me meter contigo acho que ja sabes como sou
mas a conta dessa coisa toda de bater a asa cada vez que olho para o carro lembro-me de uma gaivota!! ja agora qual vai ser a cor? preto? ou preto? ou vais optar pelo sempre bonito preto? isto e como o Ford-T podes escolher a cor que quiseres desde que seja preto 

Re: Ferrari 512 TR
Art, a "piroseira" era exclusivamente dedicada às animações. Qd li o seu comentário, imaginei o Freddy Mercuri de cabelo comprido ao piano a cantar essa mesma musica (de que gosto muito por sinal - safei-me?) e lembrei-me de montar as imagens em animação... eu sei que ficam muito estranhas, mas não resistiart Escreveu:Ah, só agora é que vi a "animação". Não estava a perceber os comentários, pois o "bater de asa" passou-me ao lado.
Só não entendo a alusão à música dos Queen e da piroseira. Espero que não "ofendam" uma das composições mais fantásticas dos anos 70 (Bohemian Rhapsody). Se assim for, tem em mim um inimigo, João![]()
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Art
Sr Rui Duarte, fique sabendo que o aço (de nome oficial, aço ao carbono), é um tipo de liga de ferro com um teor de carbono entre 0% e 1,7%... ou seja, aço é um tipo de ferro. Os clips são feitos de aço, o mesmo material com que eu levaria no "lombo" se pintasse um Ferrari 512TR (TR de Testa Rossa) de preto!!!!! Não que fique feio, antes pelo contrário, mas este terá de ser vermelho escarlate, vermelho italiano, vermelho... FerrariRui Duarte Escreveu:aço? um clip em aço? sao de ferro meu amigo. eheh foi so para me meter contigo acho que ja sabes como sou![]()
mas a conta dessa coisa toda de bater a asa cada vez que olho para o carro lembro-me de uma gaivota!! ja agora qual vai ser a cor? preto? ou preto? ou vais optar pelo sempre bonito preto? isto e como o Ford-T podes escolher a cor que quiseres desde que seja preto
Para acabar de vez com a história do Ferrari "Red Bull", aqui ficam as fotos estáticas eh, eh.




João
Re: Ferrari 512 TR
Não é para "meter veneno, João, sabe que não é, mas será que as partes metálicas das portas não poderiam ser "embebidas" nas mesmas, tapando-se, depois, com "putty"?
Daria um ar muito realista, mas não sei se é possível...
Art
Daria um ar muito realista, mas não sei se é possível...
Art
Re: Ferrari 512 TR
Caro João, a "coisa" promete não haja duvidas! é de louvar essa sua paciência e determinação, para não falar nas "mãozinhas" que vai adquirindo com tanto scratch!.
Gostava muito que quando terminasse este TR, pusesse mãos à obra com o GTA da Tamiya, esse sim, um carro que me agrada particularmente e que tambem estava já bem encaminhado!
Até lá, um bom trabalho!
...
Gostava muito que quando terminasse este TR, pusesse mãos à obra com o GTA da Tamiya, esse sim, um carro que me agrada particularmente e que tambem estava já bem encaminhado!
Até lá, um bom trabalho!
Sport- Protótipos, GT´s, clássicos de rally e de velocidade, assim como hidroaviões e camiões da época da segunda grande guerra são alguns dos meus tópicos de interesse no modelismo.
Re: Ferrari 512 TR
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Sr Rui Duarte, fique sabendo que o aço (de nome oficial, aço ao de aço, o mesmo material com que eu levaria no "lombo" se pintasse um Ferrari 512TR (TR de Testa Rossa) de preto!!!!! Não que fique feio, antes pelo contrário, mas este terá de ser vermelho escarlate, vermelho italiano, vermelho... Ferrari
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De certeza que esta brincadeira das cores se refere a alguma "private joke" entre voces, mas queria acrescentar que o nome Testa Rossa teve origem na decada de 50, quando saiu o 250 Testa Rossa, a cabeça do seu motor ficava ao rubro quando este era levado ao "red line" e dai o nome.
Quanto à côr, já os vi pretos, azuis, amarelos e brancos, para além de vermelho claro e ficam são sempre bonitos.
Sr Rui Duarte, fique sabendo que o aço (de nome oficial, aço ao de aço, o mesmo material com que eu levaria no "lombo" se pintasse um Ferrari 512TR (TR de Testa Rossa) de preto!!!!! Não que fique feio, antes pelo contrário, mas este terá de ser vermelho escarlate, vermelho italiano, vermelho... Ferrari
De certeza que esta brincadeira das cores se refere a alguma "private joke" entre voces, mas queria acrescentar que o nome Testa Rossa teve origem na decada de 50, quando saiu o 250 Testa Rossa, a cabeça do seu motor ficava ao rubro quando este era levado ao "red line" e dai o nome.
Quanto à côr, já os vi pretos, azuis, amarelos e brancos, para além de vermelho claro e ficam são sempre bonitos.
Re: Ferrari 512 TR
O nome Testa-Rossa fica a dever-se não a qualquer alusão de mecânicas ao rubro (uma cabeça ao rubro implicaria o resto já em fusão!
), mas sim do facto da Série TR da década de 50 trazer as cabeças pintadas de vermelho... 
Sport- Protótipos, GT´s, clássicos de rally e de velocidade, assim como hidroaviões e camiões da época da segunda grande guerra são alguns dos meus tópicos de interesse no modelismo.
Re: Ferrari 512 TR
Opsss, das 3 1, ou li mal essa informação, ou ela estava de facto errada, ou então com a distancia do tempo fiz confusão. Peço desculpa pela bacurada.alvarol Escreveu:O nome Testa-Rossa fica a dever-se não a qualquer alusão de mecânicas ao rubro (uma cabeça ao rubro implicaria o resto já em fusão!), mas sim do facto da Série TR da década de 50 trazer as cabeças pintadas de vermelho...
No entanto, fiz alusão à origem do nome porque fiquei com a ideia que ia pintar este de vermelho pelo facto de se chamar Testa Rossa.
Mais uma vez peço desculpa por divulgar uma informação que não correspondia à verdade.
Re: Ferrari 512 TR
Art, todas as ideias e contribuições são sempre bem vindas.art Escreveu:Não é para "meter veneno, João, sabe que não é, mas será que as partes metálicas das portas não poderiam ser "embebidas" nas mesmas, tapando-se, depois, com "putty"?
Daria um ar muito realista, mas não sei se é possível...
Art
Não sei se estou a perceber bem, mas a minha ideia é "forrar" a dobradiça, ficando apenas um pedaço da parte metálica móvel à mostra por necessidades funcionais. Na porta, vão ficar as peças que representam os forros e na carroçaria estou a pensar reproduzir a estrutura existente, escondendo os pivots. Era isto que estava a pensar?
Obrigado Alvarol. Efectivamente tenho aprendido bastante a tentar reproduzir estas peças e engrenagens, mesmo se nem sempre fica tudo como queria.alvarol Escreveu:Caro João, a "coisa" promete não haja duvidas! é de louvar essa sua paciência e determinação, para não falar nas "mãozinhas" que vai adquirindo com tanto scratch!.
Gostava muito que quando terminasse este TR, pusesse mãos à obra com o GTA da Tamiya, esse sim, um carro que me agrada particularmente e que tambem estava já bem encaminhado!
Até lá, um bom trabalho!...
Depois deste 512TR tenho que me dedicar ao Alfa Guilia GTA e ao Alfa 8C 2300 LM... a tal história das promessas que falamos noutro local eh, eh. Mas a parte do estudo do funcionamento do mecanismo das portas tb foi a pensar em refazer o GTA, melhorando o sistema.
Sim, é uma espécie de "private joke". O Rui apenas gosta de automóveis pretos... pode ser de qq tom desde que seja preto eh, eh. Tb já vi fotos destes 512TR em varios tons e penso que ficam bonitos em qq deles, mesmo se estranho um pouco o cinza metalizado. Mas, por uma questão de simbolismo, estou a pensar em fazer este de Vermelho italiano.scirocco Escreveu:De certeza que esta brincadeira das cores se refere a alguma "private joke" entre voces, mas queria acrescentar que o nome Testa Rossa teve origem na década de 50, quando saiu o 250 Testa Rossa, a cabeça do seu motor ficava ao rubro quando este era levado ao "red line" e dai o nome.
Quanto à côr, já os vi pretos, azuis, amarelos e brancos, para além de vermelho claro e ficam são sempre bonitos.
Última edição por JMCARC1 em quinta abr 17, 2008 8:03 pm, editado 1 vez no total.
Re: Ferrari 512 TR
Ooooooops, não tinha reparado que faltavam os forros das portasJMCARC1 Escreveu:Na porta, vão ficar as peças que representam os forros e na carroçaria estou a pensar reproduzir a estrutura existente, escondendo os pivots. Era isto que estava a pensar?
Mil perdões. A minha sugestão não tem razão de ser. As dobradiças já ficam embebidas, por natureza.
Art
Re: Ferrari 512 TR
Aproveitando que se fala de Testa Rossas, aqui fica um pouco da história desta dinastia.
A 1ª geração
O primeiro Testa Rossa foi o 500TR de 1956. Era um modelo Sport desenvolvido por Vittorio Jano (o projectista dos Alfas do pré-guerra e do Lancia-Ferrari D50) em torno do motor de 2l e 4 cilindros (desenvolvido por Aurelio Lampredi em 1951 e vencedor dos campeonatos de F1 de 1952 e 1953).


Este modelo foi desenvolvido para combater os Maseratis no campeonato de Sport, que tinham dado uma valente replica aos "velhos" Ferrari 500 e 750 Monza. De forma a enaltecer o carácter nobre deste novo modelo, as tampas das válvulas foram pintadas de vermelho, iniciando a dinastia dos "Testa Rossa".
No ano seguinte, e perante a noticia que o campeonato de Sport de 1958 seria exclusivo para modelos até 3l de cilindrada, a Ferrari incorporou uma evolução do seu V12 Europa num chassis 500TR alterado. Este prototipo competiu em algumas provas em 1957 com finalidade de desenvolvimento e viria a dar origem ao mais famoso "Testa Rossa"... o 250 TR com carroçaria de Scaglietti, destinado à competição-cliente.


Em 1958, a equipa oficial correu com uma evolução do 250 Testa Rossa: o TR58.

Este modelo apresentava uma carroçaria Scaglietti sem os característicos pontões aberto para refrigerar os travões dianteiros e tinha volante à direita. Com estes modelos, a Ferrari viria a vencer o campeonato de 1958, vencendo em LeMans pela 3ª vez.
Em 1959 surge uma nova evolução da especie: o TR59.


Desenvolvido pelo Eng Carlo Chiti e com carroçaria de Fantuzzi (Ex-Maserati), era mais baixo e pequeno que os modelos anteriores, estado equipado com entradas de ar dianteiras para os travões de disco (em estreia) e uma entrada de ar para os carburadores em plástico transparente.
Apesar de ter sido desenvolvido durante todo o ano, o TR59 viria a perder o campeonato para a Aston Martin por um pequena margem. Assim, para 1960, a Ferrari evoluiu os seu modelos, criando o TR59/60.


As regras para este ano tentavam que os protótipos se assemelhassem aos modelos de grande turismo e assim os TR59/60 foram equipados para-brisas maiores e dotados de limpa para-brisas, escape lateral e porta-bagagens. Apesar do abandono da Aston Martin, a Ferrari teve de lutar com a Porsche e a Maserati, conseguindo no entanto vencer o campeonato e conquistar a vitória nas 24h de LeMans. No calor desta luta, o Eng Carlo Chiti equipou dois modelos com a suspensão independente dos Ferrari 246 Dino de F1, criando os TRI60.

Para a temporada de 1961, o TRI60 foi evoluido no TRI61.


Este modelo de aspecto estranho viria a ter o ponto mais alto da sua carreira em LeMans, ao vencer as 24h. Com uma aerodinâmica baseada no Ferrari 156 de F1 e que visava direccionar o ar para a zona superior do carro, melhorando a estabilidade geral, e equipado com um chassis melhorado e aligeirado, o TRI61 constitui-o a expressão mais evoluida da serie 250.
Destinado a vencer as 24h de LeMans de 1961, um novo prototipo foi construido: o 330 TRI/LM, representando o final da 1ª geração dos Testa Rossa.


No entanto, e pela primeira vez desde 1956, a cobertura da tampas das válvulas deste motor não eram pintadas de vermelho, mas sim de preto. Apesar deste detalhe, o 330TRI/LM viria a cumprir o seu objectivo naquela que foi a 6 vitoria da marca Italiana em LeMans.
O renascer dos Testa Rossa
Num espírito de nostalgia que caracterizou as designações aplicadas ao modelos de Grande Turismo da marca italiana no inicio da década de 80, a Ferrari decidiu chamar Testarossa ao substituto do 512BB.


Esta berlina luxuosa, apresentada em 1984 e desenhada por Pininfarina deixou de ser um modelo de competição, mas encontrava-se dotado de uma mecânica evoluída com pedigree de competição. O seu V12 a 180º era derivado do modelo 312B que durante uma década se passeou nas pistas mundiais tanto em Sport como na F1, estando intimamente ligado ao “renascimento” da equipa de F1.


O seu aspecto exótico nascia tanto da necessidade de reduzir o calor no habitáculo gerado pela passagem das cablagens de refrigeração pelo habitáculo e pela falta de porta-bagagens do 512BB, como de responder ao estilo impressionante do Lamborghini Countach.
Com prestações formidáveis para a época, e que o tornavam no mais rápido modelo de Turismo (o 288 GTO era um modelo de homologação em Grupo B), este modelo tinha a tampa das válvulas do motor pintadas de vermelho...!
Em 1992, o Testarrossa evolui para 512TR, com alterações profundas ao nível do chassis, interiores e pormenores estáticos.


Finalmente, em 1995, é lançado o F512M, a ultima evolução do Testarrossa.

Com um estilo pouco consensual, este modelo marcou o final dos Grandes Turismos de motor traseiros na oferta da Ferrari, sendo substituido pelo Ferrari 550 Maranello.
João
PS: Desculpem o testamento.
A 1ª geração
O primeiro Testa Rossa foi o 500TR de 1956. Era um modelo Sport desenvolvido por Vittorio Jano (o projectista dos Alfas do pré-guerra e do Lancia-Ferrari D50) em torno do motor de 2l e 4 cilindros (desenvolvido por Aurelio Lampredi em 1951 e vencedor dos campeonatos de F1 de 1952 e 1953).


Este modelo foi desenvolvido para combater os Maseratis no campeonato de Sport, que tinham dado uma valente replica aos "velhos" Ferrari 500 e 750 Monza. De forma a enaltecer o carácter nobre deste novo modelo, as tampas das válvulas foram pintadas de vermelho, iniciando a dinastia dos "Testa Rossa".
No ano seguinte, e perante a noticia que o campeonato de Sport de 1958 seria exclusivo para modelos até 3l de cilindrada, a Ferrari incorporou uma evolução do seu V12 Europa num chassis 500TR alterado. Este prototipo competiu em algumas provas em 1957 com finalidade de desenvolvimento e viria a dar origem ao mais famoso "Testa Rossa"... o 250 TR com carroçaria de Scaglietti, destinado à competição-cliente.


Em 1958, a equipa oficial correu com uma evolução do 250 Testa Rossa: o TR58.

Este modelo apresentava uma carroçaria Scaglietti sem os característicos pontões aberto para refrigerar os travões dianteiros e tinha volante à direita. Com estes modelos, a Ferrari viria a vencer o campeonato de 1958, vencendo em LeMans pela 3ª vez.
Em 1959 surge uma nova evolução da especie: o TR59.


Desenvolvido pelo Eng Carlo Chiti e com carroçaria de Fantuzzi (Ex-Maserati), era mais baixo e pequeno que os modelos anteriores, estado equipado com entradas de ar dianteiras para os travões de disco (em estreia) e uma entrada de ar para os carburadores em plástico transparente.
Apesar de ter sido desenvolvido durante todo o ano, o TR59 viria a perder o campeonato para a Aston Martin por um pequena margem. Assim, para 1960, a Ferrari evoluiu os seu modelos, criando o TR59/60.


As regras para este ano tentavam que os protótipos se assemelhassem aos modelos de grande turismo e assim os TR59/60 foram equipados para-brisas maiores e dotados de limpa para-brisas, escape lateral e porta-bagagens. Apesar do abandono da Aston Martin, a Ferrari teve de lutar com a Porsche e a Maserati, conseguindo no entanto vencer o campeonato e conquistar a vitória nas 24h de LeMans. No calor desta luta, o Eng Carlo Chiti equipou dois modelos com a suspensão independente dos Ferrari 246 Dino de F1, criando os TRI60.

Para a temporada de 1961, o TRI60 foi evoluido no TRI61.


Este modelo de aspecto estranho viria a ter o ponto mais alto da sua carreira em LeMans, ao vencer as 24h. Com uma aerodinâmica baseada no Ferrari 156 de F1 e que visava direccionar o ar para a zona superior do carro, melhorando a estabilidade geral, e equipado com um chassis melhorado e aligeirado, o TRI61 constitui-o a expressão mais evoluida da serie 250.
Destinado a vencer as 24h de LeMans de 1961, um novo prototipo foi construido: o 330 TRI/LM, representando o final da 1ª geração dos Testa Rossa.


No entanto, e pela primeira vez desde 1956, a cobertura da tampas das válvulas deste motor não eram pintadas de vermelho, mas sim de preto. Apesar deste detalhe, o 330TRI/LM viria a cumprir o seu objectivo naquela que foi a 6 vitoria da marca Italiana em LeMans.
O renascer dos Testa Rossa
Num espírito de nostalgia que caracterizou as designações aplicadas ao modelos de Grande Turismo da marca italiana no inicio da década de 80, a Ferrari decidiu chamar Testarossa ao substituto do 512BB.


Esta berlina luxuosa, apresentada em 1984 e desenhada por Pininfarina deixou de ser um modelo de competição, mas encontrava-se dotado de uma mecânica evoluída com pedigree de competição. O seu V12 a 180º era derivado do modelo 312B que durante uma década se passeou nas pistas mundiais tanto em Sport como na F1, estando intimamente ligado ao “renascimento” da equipa de F1.


O seu aspecto exótico nascia tanto da necessidade de reduzir o calor no habitáculo gerado pela passagem das cablagens de refrigeração pelo habitáculo e pela falta de porta-bagagens do 512BB, como de responder ao estilo impressionante do Lamborghini Countach.
Com prestações formidáveis para a época, e que o tornavam no mais rápido modelo de Turismo (o 288 GTO era um modelo de homologação em Grupo B), este modelo tinha a tampa das válvulas do motor pintadas de vermelho...!
Em 1992, o Testarrossa evolui para 512TR, com alterações profundas ao nível do chassis, interiores e pormenores estáticos.


Finalmente, em 1995, é lançado o F512M, a ultima evolução do Testarrossa.

Com um estilo pouco consensual, este modelo marcou o final dos Grandes Turismos de motor traseiros na oferta da Ferrari, sendo substituido pelo Ferrari 550 Maranello.
João
PS: Desculpem o testamento.